sexta-feira, 25 de outubro de 2013

OS SONHOS E A MEDIUNIDADE

"O sonho é uma mediunidade em estado embrionário que está, lentamente, se desenvolvendo no homem. Livre do corpo denso, pelas portas do sono, a alma adentra o Mundo Espiritual, vivendo ali as mais variadas experiências.

Desejamos, aqui, única e exclusivamente falar do desdobramento espiritual genuino em que a alma, embora permaneça ligada ao corpo somático, vivencia experiências em outros domínios vibratórios.

Durante o sonho, a alma entra em contato com Espíritos encarnados e desencarnados, de cujas feições e afeições pode recordar-se ou não, dependendo de seu grau de lucidez no instante em que se processa a emancipação.

São muitos os Espíritos obsessores que esperam o momento do sono, para melhor perseguirem as suas vítimas nas estradas do Plano Espiritual...

Quando no corpo, a alma como que se oculta, numa "gruta", da influência desses Espíritos vingativos... É por isto que muita gente, no meio da noite, acorda sobressaltada no corpo, com a nítida impressão de que estava sendo perseguida por uma ou por mais pessoas...

Mas por que o sonho é uma manifestação mediúnica?

Quando retorna ao estado de vigília, o Espírito encarnado, embora nem sempre se recorde de maneira detalhada da excursão espiritual empreendida, retem consigo lembranças que são úteis tanto a si quanto aos outros; sim, porque, não raro, ele se faz o estafeta de valiosas orientações para familiares e amigos que estejam necessitados de uma palavra de conforto ou de alerta, de esclarecimento ou de rumo.

Este tipo de mediunidade, a dos sonhos, infelizmente, não é valorizada quanto deveria ser. Se os homens se preparassem melhor para o repouso físico, haveriam de ter mais sonhos e menos pesadelos...

Desde as páginas do Antigo e do Novo Testamento, nos deparamos com a manifestação mediúnica através dos sonhos. Foi através de um sonho que um Anjo do Senhor manifestou-se a José, pai de Jesus, dizendo-lhe: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito"...

Em sonho, os Espíritos avisaram aos reis magos que não retornassem a Herodes que tramavam aniquilar o Divino Infante pelo qual temia ser destronado...

Quantos sonhos são premonições extraordinárias!...

Quantas descobertas e invenções não tem sido feitas depois de sonhos inesquecíveis que mudaram a História!...

A mediunidade de sonho ou de desdobramento ou, ainda segundo outros, de projeção da consciência, merece ser melhor estudada, o quanto ela pode, desde que observada sem fanatismo, servir de fonte de constante inspiração para o homem na Terra, colocando-o diretamente em contato com as esferas espirituais.

Do livro: Mediunidade e Caminho Pelo Espírito de: Odilon Fernandes Psicografado por: Carlos A. Baccelli

AUREA OLIVEIRA

Fonte:  http://wwwumbandaonline.blogspot.com.br

Aranauam

PASSES ESPIRITUAIS

O passista deve tomar certas providências em relação à sua própria conduta, pois a mente influi, poderosamente, sobre todos os seus centros de forças, os quais canalizam as energias que os seus pensamentos, somados aos seus sentimentos, direcionam. É bom não esquecer que o passista é doador de fluidos aos que sofrem. A troca de fluidos entre as pessoas é lei do equilíbrio.

Todavia, é indispensável saber o que estamos recebendo e ofertando, e quais os valores que oferecemos e que nos são oferecidos. Não basta ter vontade - que é o primeiro passo para esse trabalho no bem -, é preciso compreender o que deve e como deve ser feito, para melhor fazer, mantendo a consciência harmoniosa e pacificada.

André Luiz ensina que, "assim como na medicina Terrena é necessária uma assepcia para realizar um trabalho, o médium passista também necessitará de vigilância no seu campo de ação, porquanto a sua higiene espiritual resultará o reflexo naqueles que se proponha socorrer." (Mecanismos da Mediunidade, Cap.XXII)

O passista é um sensitivo de energias circulantes afins, pelo que, no momento do passe, não pode alimentar sentimentos vis. Precisa entregar seu coração e sua inteligência à influência do amor, à sintonia com os bons Espíritos, consciente de que, se doarmos luz, ficamos inundados de claridade; mas, se oferecermos trevas, sofremos as conseqüências decorrentes.

A CONDUTA MORAL DO PASSISTA

O passista, abraçando a moral crística, sabe que tem o dever da renúncia aos prazeres desgastantes, da vigilância de sua sensualidade e da disciplina dos seus impulsos ainda inferiores, para manter a saúde integral, que significa equilíbrio e harmonia, servindo para que nos transformemos em agentes estimuladores da paz, fugindo das contendas, preferindo ambientes com boa psicosfera, educando-nos para a existência do Bem, conquistando a humildade dinâmica, aquela que faz o bem sem reparar a quem.

Assim, por evidente, o passista deve se abster do contato com as forças que operam a perturbação e a desordem. O magnetizador comum e o passista, para manterem a postura que se espera das pessoas responsáveis, têm de assimilar tudo o que amplie sua capacidade de realização.

Para tanto, importante a iniciativa de estudos amplificadores dos recursos que facilitem a recepção das orientações dos Instrutores Espirituais. O asseio mental lhes ensejará autoridade moral, auxiliando o despertar do enfermo para aderir ao processo de auxílio e reagir.

Como estímulo, vale saber que ajudar, através da irradiação da energia magnética, disponível a todos os espíritos que realmente desejam servir, emprestando força à sua vontade e atraindo o auxílio divino, é também assegurar as melhores possibilidades de auto-reajustamento e de verdadeira compreensão do poder do amor.

A INFLUÊNCIA DO PASSISTA NO PASSE

Torna-se didático enumerar os principais itens de influenciação por parte do passista na tarefa do passe, para os quais deve ele atentar, já que se incluem nos questionamentos de responsabilidade pessoal.

1. HIGIENE PESSOAL -

Duas razões básicas impõem cuidados quanto à higiene corporal: a) os desequilíbrios a que submetemos o corpo físico são refletidos no perispírito, contribuindo para uma má qualidade dos fluidos a serem transferidos; b) os odores próprios da falta de higiene desarticulam a capacidade de concentração mental necessária ao receptor do passe.

2. VESTUÁRIO -Boa parcela dos encarnados ainda enfrenta problemas relacionados à área da sexualidade, pelo que o uso de determinadas roupas funciona como catalizador de pensamentos abusivos que distoam completamente da serenidade requerida para a câmara de passe, o que conduz à recomendação para observarmos a cautela quanto ao vestuário a ser utilizado no dia-a-dia.

3. ALIMENTAÇÃO -Pela questão 723 de "O Livro dos Espíritos", deduz-se que "permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde". Neste capítulo, cada um deve observar-se detidamente, sabendo já que todo excesso é tão mais prejudicial ainda que a relativa escassez alimentar.

4. FUMO -Os resíduos do fumo no organismo desarmonizam o campo vibratório e lesionam o perispírito do passista e, por conseqüência, repercutem no corpo material. A responsabilidade do passista tem de levá-lo a reduzir ao máximo seu vício, se ainda não conseguir total abstinência, fazendo com que não fume ao menos três (3) a quatro (4) horas antes do trabalho no passe.

5. TÓXICOS -O usuário de quaisquer tóxicos não deverá participar das tarefas de doação de fluidos.

6. ATMOSFERA FLUÍDICA -A qualidade da atmosfera fluídica que envolve o passista é sempre elemento dos mais determinantes quanto aos resultados que se obtém através do passe. O passista deve, por isso, buscar permanentemente a melhoria de sua psicosfera, através de todos os meios ao seu alcance.

O estudo, o trabalho, o exercício da caridade, a vigilância e a prece são algumas das ferramentas ao seu dispor para alcançar esse objetivo.

7. SEXO -A vida Sexual a nível mental influencia o desempenho do passista, pois o pensamento atrai energias positivas ou negativas, conforme o que se pensa. A grosso modo, seria muito bom, principalmente, no dia da tarefa, manter a "casa mental" adequadamente limpa e organizada.

Nenhum artificialismo, porém, há de impor-se como regra de uso. Há circunstâncias especiais para atender, porém, desde que o sexo seja fundamentado no amor, no respeito e na responsabilidade pelos sentimentos e pela individualidade do parceiro, não pode haver qualquer incompatibilidade entre a sua prática e o exercício do passe.

8. AGITAÇÃO -Quando a pessoa abarca mais compromissos do que pode dar conta, deve se conscientizar de fazer o que lhe é mais importante, para fazer bem. A tarefa do passe exige presença assídua e dedicação. Normalmente é preferível não contar com um passista do que raramente contar com ele.

9. TRABALHO E REPOUSO -O trabalho diário do passista deve ser metodizado, sob pena de prejudicar a reserva dos bons fluidos. O repouso para dormir precisa ser no mínimo de seis (6) a sete (7) horas por noite, para que o organismo não se ressinta de fadigas não reparadas, levando em conta também que o excedente desse tempo pode ser considerado supérfluo e prejudicial.

10. - IDADE -Durante o passe, há um acentuado desgaste energético do passista e, embora em um corpo saudável e equilibrado a recuperação seja rápida, é desaconselhável o trabalho do passe para pessoas muito jovens ou muito idosas. Não é possível estabelecer limites muito rígidos, já que cada organismo tem suas peculiaridades, mas como regra geral desaconselha-se a atividade para menores de dezoito (18) e maiores de setenta (70) anos.

11. MÉDIUM OSTENSIVO -Desde que observados os períodos de descanso para reposições fluídicas, o médium que participa de reuniões mediúnicas pode dar passes. No entanto, como a tarefa do passe não exige qualquer tipo de mediunidade ostensiva, é sempre um gesto de amor dar preferência a tarefeiros que não apresentem os requisitos para o mediunato.

12. - OBSESSÃO -A condição de passista não isenta da possibilidade de desequilíbrios e muito menos das obsessões. Diante das primeiras evidências de uma situação dessas, é imperiosa a interrupção dos trabalhos de passe, ocasião em que o passista passa à condição de paciente, devendo submeter-se então ao tratamento reequilibrante e desobsessivo. É grande a responsabilidade do passista, porque, se não evitar o exercício do passe, insistindo em executá-lo, poderá transferir para o paciente aspectos de seu desequilíbrio.

13. QUANTIDADE E FREQÜÊNCIA -Durante o passe, o passista sujeita-se a significativo dispêndio de energia, liberando grande quantidade de fluido vital, facilmente recuperada, desde que se trate de um organismo saudável. A capacidade de doação fluídica tem sempre limites que devem ser atendidos, para não comprometer o equilíbrio e a saúde do organismo, porém ela varia bastante de pessoa para pessoa, sendo que cada um deve aprender até onde é capaz de ir, evitando com isso de prejudicar a si próprio e ao trabalho.

Não estará o passista praticando um ato de caridade ao exceder à sua capacidade física. Isto pode até representar o oposto, na medida em que o trabalhador esgotado deixará de proporcionar energias restauradoras de que tanto necessitam aqueles que batem à porta da Casa Espírita.

OS FLUIDOS, O PENSAMENTO E A PRECE

Aprendemos sobre fluidos para entender o mecanismo do passe. Sabemos, então, que os fluidos não têm qualidade, no seu estado natural, ou seja, são neutros, não são bons nem ruins, pesados ou leves, etc.. No momento em que pensamos, os fluidos à nossa volta se transformam, adquirindo características conforme o tipo de pensamento. É a partir daí que se tornam bons ou maus, conforme a destinação que lhes damos.

"Seria impossível fazer uma enumeração ou classificação dos bons ou maus fluidos, nem especificar suas qualidades respectivas, tendo em vista que sua diversidade é tão grande quanto a dos pensamentos" ("A Gênese", Cap. XIV, item 14).

Como Sabemos, os Espíritos agem sobre os fluidos espirituais, não que os manipulem como os homens manipulam os gases, mas com o auxílio do pensamento e da vontade. Usando do próprio pensamento, eles produzem diversas modificações nos fluidos, para os fins que desejam: "aglomeram, combinam ou dispersam..." (ibidem, item 7).

A prece é pensamento e, quando sincera e feita para beneficiar alguém, não deixa de ser um tipo de passe, que também depende da nossa vontade, elevando sempre o padrão vibratório da criatura.

"O Espiritismo proclama a sua utilidade não por espírito de sistema, mas porque a observação permitiu constatar a sua eficácia e modo de ação. Desde que, pela lei dos fluidos, compreendemos o poder do pensamento, também compreendemos o da prece, que é, também, um pensamento dirigido para um fim determinado" ("Revista Espírita 1866" - p. 5)

A prece tem um outro papel importantíssimo, que é o da higienização do ambiente fluídico em que se encontra aquele que a faz. No momento da oração, recebe-se fluidos de qualidade superior, pelo processo de sintonia com Espiritualidade Maior, passando-se simultaneamente à condição de repulsor dos fluidos inferiores do ambiente, os quais são progressivamente substituídos pelos que estejam sendo recebidos. A prece representa, assim, um benefício geral, funcionando como uma lâmpada que acende e afasta as trevas.

Allan Kardec, em comentário à questão 662 de "O Livro dos Espíritos", leciona que "possuímos, em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende além dos limites da nossa esfera corporal. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se ela é ardente e sincera, pode chamar em sua ajuda os bons Espíritos, a fim de sugerir-lhe bons pensamentos e dar-lhe a força do corpo e da alma de que necessita. Mas aí ainda a prece do coração é tudo, a dos lábios não é nada."

Em síntese, a prece é onda mental acionando os fluidos, fazendo-os envolver a própria pessoa e também beneficiar aos necessitados, atraindo bons Espíritos e aumentando o poder de sua irradiação.

A POSTURA DO PACIENTE DO PASSE

O receptor do passe precisa ser colocado em estado de confiança e de simpatia com o tratamento fluidoterápico, em adequada sintonia vibratória com o passista.

O primeiro cuidado que o paciente precisa, antes de ser levado ao passe, é o da preparação evangélica, até onde possam penetrar os ensinos do Mestre Jesus, para que o processo fluidoterápico encontre melhor ressonância. Esse estudo pode ser individual e também durante as sessões da Casa Espírita.

É preciso incutir-lhe uma posição mental de reequilíbrio. No entanto, quando se depara com um estado mental impenetrável, face ao desequilíbrio do paciente, recorramos ao auxílio espiritual, até que se abra uma possibilidade de intervenção direta.

Está confirmado pela experiência que o passe será tanto mais eficiente quanto maior for a adesão do doente, convencido da força moral de seu benfeitor, sem esquecer a questão do merecimento. Nesse aspecto, verifica-se o determinante nas leis de justiça e de amor, vinculado tanto ao presente quanto ao passado espiritual de cada um.

O Ministro Clarêncio, no capítulo inicial do livro de André Luiz "Entre o Céu e a Terra", afiança-nos que "em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, os transformadores da bênção, do socorro, do esclarecimento..." Os transformadores energéticos precisam estar devidamente conectados com seus receptores, para fluir a energia e dar vazão aos seus efeitos.

Para que essa conexão aconteça e a adesão se consolide é preciso que o assistido elimine pensamentos negativos, abstendo-se da ironia, da descrença, das vibrações anti-fraternas, das preocupações meramente materiais e outras situações do gênero, para que não ofereça obstáculos à recepção dos fluidos benfazejos que lhe serão ministrados.

Para o bem do próprio necessitado, é importante alimentar uma conduta mental de compenetração respeitosa, de recolhimento reflexivo, de respeito a todos os que estão envolvidos na mesma intenção de benefício, de fé racionalizada nas possibilidades daquilo que busca.

Se alguns tratamentos não produzem os frutos que seriam almejados, é porque a lei de causa e efeito é uma lei justa; mas, mesmo sem a recomposição orgânica, é comum, pela evangelização, alcançarmos verdadeiros prodígios no campo da harmonia interior, com renovação de ânimo que, por si só, nos projeta à condição de beneficiados.

O PASSE À DISTÂNCIA

À pergunta se o passe pode ser ministrado à distância, o Espírito Áulus ("Nos Domínios da Mediunidade", Cap. 17) responde:

"Sim, desde que haja sintonia entre aquele que o administra e aquele que recebe. Nesse caso, diversos companheiros espirituais se ajustam no trabalho de auxílio, favorecendo a realização, e a prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora."

O passe ou irradiação à distância pode ser aplicado quando o paciente não possui condição alguma de deslocamento até a Casa Espírita, sendo uma alternativa que, em condições ideais, pode apresentar resultados quase tão satisfatórios quanto os que se obtém quando o paciente e passista se encontram no mesmo ambiente. O difícil é conseguir tais condições ideais.

Luiz Carlos de M. Gurgel, na obra "O Passe Espírita", editada pela FEB, relaciona algumas dessas condições:

1. Que o passista plasme, em sua mente, a imagem do paciente, o que não é fácil. Em geral, só é possível quando passista e paciente tiveram oportunidade de se conhecer anteriormente. A opção da fotografia ajuda, mas, em geral, não satisfaz completamente.

2. Que o paciente esteja prevenido e que o horário e o local tenham sido previamente combinados.

3. Que seja providenciada a prévia preparação do ambiente do paciente, por parte de familiar ou amigo que funcionará como elemento de apoio, através do recolhimento, do cultivo dos bons pensamentos e principalmente da prece.

Na hora combinada, o passista mentaliza o paciente e executa, em pensamento, os procedimentos de doação de fluidos, com a colaboração dos Benfeitores Espirituais.

Quando não for possível cumprir a tarefa nas condições consideradas ideais, a caridade determina que se promova a irradiação da nossa vontade em favor do enfermo, transferindo os fluidos terapêuticos através da prece de intercessão, a fim de poder contar com o apoio indispensável dos bons Espíritos, para o sucesso do empreendimento.

AUREA OLIVEIRA

Fonte:  http://wwwumbandaonline.blogspot.com.br

Aranauam

Ser Feliz ou Ter Razão?

Oito da noite. Avenida movimentada. Chuva forte. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Mas ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - “Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido comigo um pouco mais…” E ela diz: - “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.” E completa: - “Querido, estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!”

Moral da história: Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Diante disso, me pergunto: “O que é melhor? Ser feliz ou ter razão?’ E lembrei de um outro pensamento parecido, diz o seguinte: “Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.”

Coloquei esta breve história no blog para que todos possamos refletir sobre este precioso ensinamento que ela nos traz. Um grande abraço. Paz e Alegria

Carlos Hilsdorf

Fonte:  http://bloglog.globo.com/carloshilsdorf/

Aranauam

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Alimentos Crus

Tenho 85 anos. Exerço a medicina há 20 anos em Arosa, Suíça. Meu pai era médico rural e conheci os limites da medicina convencional convivendo com doenças crônicas já na minha juventude. De constituição bastante frágil, procurava ampliar as possibilidades da medicina convencional com métodos alternativos. Hoje, considero alimentação e jejum os mais importantes.

O famoso médico suíço, Dr. Max Bircher-Benner (1867-1993), ouviu falar dos incríveis efeitos da alimentação crua. Experimentou e ficou perplexo com o resultado. Naquela época, todas as crianças com doença abdominal morriam. A clínica pediátrica do Hospital Universitário de Zurique encaminhou quatro crianças ao Dr. Bircher-Benner. Retornaram curadas. Sua alimentação consistia, principalmente, de bananas frescas, depois substituídas por maçãs frescas, com o mesmo resultado. Também as crianças diabéticas foram beneficiadas com uma dieta exclusiva de frutas frescas.

O Dr. Bircher-Benner apresentou ao Dr.Joseph Evers, na Alemanha, três pacientes que ficaram livres de esclerose múltipla, uma doença considerada incurável. O Dr. Evers começou, então, a tratar pacientes portadores de esclerose múltipla e outras doenças consideradas incuráveis, com resultados surpreendentes. Em reunião da Associação Alemã de Neurologia, o Dr. Evers apresentou suas radiografias e a estatística, mostrando que — ao iniciar a alimentação com frutas e verduras frescas dentro do período de um ano após o aparecimento dos sintomas — 94% dos portadores de esclerose múltipla ficavam curados. O Dr. Evers, falecido em 1975, não utilizava medicamentos, somente alimentação. Em seu livro "Warum Evers-Diät?" (Porque a dieta Evers?), ele afirma: "O sucesso é a melhor prova de que uma teoria está correta". 

O Dr. Honekamp, diretor clínico de uma clínica psiquiátrica alemã, documentou, em seu livro sobre a cura de doenças mentais com produtos naturais, como conseguiu curar pela alimentação crua, com poucas exceções, os pacientes internados em sua clínica. Entretanto, ele mostrou que a esquizofrenia crônica só pôde ser curada após quatro anos.

Tudo foi esquecido até recentemente, quando o físico Fritz Popp descobriu que os nutrientes vivos irradiam fótons. Essas pequenas partículas de luz aparentemente protegem o sistema imunológico e destroem células cancerígenas. Quando aquecemos os alimentos vivos, a irradiação se torna muito forte e depois cessa — os alimentos estão mortos. No livro "Biologie des Lichts" (Biologia da luz), publicado em 1984, ele descreve os princípios da irradiação extremamente fraca das células.

Uma enfermeira do hospital da Universidade de Zurique estava morrendo. Anos antes, haviam-lhe retirado um tumor maligno da mama. Mais tarde, apareceram metástases no fígado. Quando o tumor reapareceu por uma terceira vez, após duas quimioterapias, acreditavam que nada mais poderia ser feito. Era Natal e seus amigos vieram despedir-se dela. Uma amiga lhe falou da alimentação crua e logo trouxe frutas e hortaliças frescas. No dia seguinte, a enfermeira já pôde deixar a alta dose de morfina que estava tomando contra as dores e levantar. A cada dia, ficava de pé durante mais tempo.

Como podemos explicar este efeito imediato sobre tumores malignos? A pesquisadora em oncologia, Virginia Livingston, de San Diego, EUA, descreve em seu livro "The Conquest of Cancer" (A conquista do câncer) que os alimentos vivos, as frutas e as hortaliças contêm um ácido, um sub-produto da vitamina A, que também é produzido no fígado. Essa substância freia o câncer, mas é sensível ao calor. Cenouras cozidas no vapor só contém 1% a 2% da quantidade do ácido que as cenouras cruas contêm.

Recomendo aos pacientes em minha clínica — e eu mesmo me alimento desta forma:

Comer apenas o que nasce na natureza. 
Disso, só comer aquilo que temos vontade, apenas na quantidade que o corpo pede e quando sentimos fome. 
Consumir os alimentos assim como a natureza nos oferece, sem misturar, sem temperos, sem aquecer. 
Sempre que possível, comer os alimentos isentos de agrotóxicos e adubos químicos. 
Como podemos saber se uma fruta é saudável ou prejudicial? Só nosso instinto pode nos dizer isso. Cada ser vivo tem sua voz interior, inclusive as bactérias e os vírus. O ser humano é o único ser vivo que não segue sua voz interior, nós nos achamos superiores. Porém, se não seguimos esta voz, surge o efeito contrário, o vício. O adulto é viciado no fumo, em alimentos desnaturados, cozidos etc. Após um jejum, estes vícios desaparecem. O instinto, a voz interior, está de volta, como em um recém-nascido. 

Se comemos alimentos cozidos, há um aumento dos glóbulos brancos após a refeição — como se tivéssemos ingerido veneno. Nosso sistema imunológico, neste caso, está ocupado de manhã até a noite enfrentando os tóxicos que introduzimos com a alimentação aquecida, em vez de se defender contra germes e destruir células cancerígenas.

Ao dar alimentação cozida para animais selvagens, saudáveis — como fizeram Mac Carrison na Inglaterra e o Prof. Kollath na Alemanha — estes adoecem com nossas doenças da civilização e morrem. Se acrescentamos vitaminas da farmácia, morrem alguns dias mais tarde. Entretanto, se os colocamos em liberdade para que voltem a se nutrir com alimentos vivos, seguindo o seu instinto, eles se recuperam. O mais interessante: animais, antes dóceis, tornam-se agressivos com nossa alimentação desnaturada e se agridem.

Ernst Bauer


Fonte:  http://somostodosum.ig.com.br

Aranauam

Liberte-se das influencias energéticas nocivas




Você está cansada? Irritada? Cada dia com dor em uma parte do corpo? É bem provável que seja influencia energética. Isso mesmo, aquilo que comumente conhecemos como “encosto”, “vampiros de energia”. Experimente este breve exercício para você se libertar deles. Procure um local tranquilo e confortável, feche os olhos, concentre-se e pergunte ao seu corpo: “Tem algo encostado aqui?”.
A resposta se manifesta por um desconforto. Aos poucos, você vai percebendo o tipo de energia que esse vampiro está lhe transmitindo. À medida que sente essa presença indesejada, começa a expulsá-la. Agora, repita mentalmente: “Eu sei que tem algo aí. Não quero detalhes, mas também não quero que fique comigo. Afaste-se”.
Outra alternativa para ficar livre destas influencias energéticas é se firmar numa energia melhor. Isso ajuda a desvencilhar-se do problema porque sua energia interior se expande e a sintonia melhora. Então repita: “Nada tenho a ver com isso. Estou nessa dimensão vivendo minha vida e não quero isso aqui. Nada vai interferir em meus pensamentos, minhas sensações e minha existência”.
O importante nessa limpeza é entender que o que é ruim não lhe interessa nem pertence. Por outro lado, o que é bom é seu, faz parte do seu ser. Compreenda que quem manda na sua vida é somente você mesma. Sinta o poder de ser você. Não há ninguém mais forte aí dentro. Você é o ser supremo e tudo está a seu favor. Especialmente se estiver pronta para não agir conforme todo mundo prega que tem de ser. Não ser submissa, passiva, bobona, perfeita e nem bonitinha para ninguém.
Vamos assumir nossas verdades e nossas posses e, assim, ganhar força para não sermos influenciados por nada nem ninguém. Sim, é um trabalho que leva tempo, mas, se não o fizermos, como será o nosso futuro? Quanto tempo vai demorar para você ter a paz, a segurança, a coragem e a força para fazer as suas coisas darem certo? Vale a pena começar!
O mundo estará sempre testando você. É impressionante! Mas, aos poucos, você vai criar força para ser livre e fazer o que quiser, sem sofrer nem ser prejudicada. Para levar uma vida mais feliz e estar bem, deixe de viver pelo que os outros falam. Viva por aquilo que VOCÊ e seu espírito querem.

Luiz Gasparetto

Aranauam

O Poder dos Rituais


Muitas vezes desejamos entrar em uma sintonia que aparentemente nos é desconhecida.
Desejamos ter mais felicidade, mais prosperidade, relacionamento melhor com familiares e até um grande amor.
Muitas outras aquisições desejamos, e tudo isso é energia, pois tudo é construído com energia , umas mais densas e outras mais sutis.
O caso é; como entrar em sintonia com essas energias para realizar e concretizar nossos objetivos?
Muitas são as maneiras de se conseguir isso, pode ser meditando, realizando mantras, terapias e rituais.
Tudo isso para criar ou despertar dentro de nós um magnetismo atraente em relação ao nosso objetivo.
Este magnetismo atrairá a energia desejada e o resultado será a realização do desejo.
Tratando-se de rituais, estes têm por objetivo envolver e impregnar o ser com energia afim com o desejado, seria como uma ação externa suprindo a carga que o próprio ser deveria produzir, porém por algum motivo não produz, por um determinado período este ritual vai produzir essa energia e envolver o ser, de forma que com o passar do tempo a energia desejada seja produzida naturalmente, é um auxilio externo que ensina o nosso ser a produzir a energia “tal”, como se fosse um motor de arranque, dá o início para que com o conhecimento da energia gerada, passemos a conhecê-la e daí em diante fica mais fácil produzi-la.
Pode acontecer também de já produzirmos ou gerarmos tal energia, já termos aprendido como gerá-las, mas por algum motivo, nossos canais estão obstruídos, desligados e deixamos de gerar o necessário, neste caso, o ritual poderá servir como um religador, um choque, um lembrete de sua própria capacidade, ou até mesmo um organizador, pois quando se faz o ritual nos obrigamos á concentração, organização e minúcias dos pedidos, e o que estava um caos dentro de nós se organiza, possibilitando um fluxo correto dessa energia, o que se traduz na realização.
O que é interessante ressaltar é que existem muitas possibilidades de conseguir algo e que nesse sentido o ritual é uma forma interessante de se ligar ao que desejamos.
Mas sempre se lembrando de que o poder de escolha é nosso, e o ritual é apenas uma âncora, uma ajuda externa para despertar o nosso poder pessoal.
Por Suely Cyrino

Aranauam

Recado do Sr. Exu Pinga Fogo para a humanidade

"Vocês podem acreditar ou não, pois independente da crença ou descrença, materialismo ou ateísmo, em um momento ou em outro, todos entrarão no nosso domínio (mundo dos mortos), aliás está é a unica certeza que possuem no nível de existência em que atualmente habitam. Podem até fazer piada, mas cedo ou tarde pode ser que a gente se cruze em uma etapa do caminho, e nesse momento, possivelmente necessitará de nosso auxílio, nossa instrução, nossa proteção. Quando isto acontecer, aí veremos como podemos proceder e o que você fez antes de adentrar em nosso reino (linha das almas)."

Exu Pinga Fogo (chefe de Falange da linha das almas)






Aranauam